Como você bem sabe, temos 5 sentidos – algumas vertentes defendem que há 6, outras até 7 sentidos. Mas para não tornar este artigo tão abstrato, longo e maçante, vamos estacionar nos 5, mais aceitos culturalmente e já com bastante conteúdo para vencermos.

 

Quando falo que os 5 sentidos são janelas para a saúde, não estou fazendo uso da linguagem figurativa. Digo isto de forma literal.

 

Prestarmos atenção no cheiro, som, imagem, toque e sabor que sentimos é uma das chaves pouco conhecidas para uma saúde física e mental incríveis.

 

Dizendo isto, não é exatamente um estímulo para você sentir apenas perfumes que agradam – mas são sintéticos – sabores incríveis – mas cheios de agrotóxicos que o fizeram gostar pelos processos químicos explorados pela indústria para gerar um vício.

 

Parece abstrato neste primeiro momento, mas a função deste artigo é servir de introdução e facilitação, então vou trazer exemplos práticos e explanar de forma acessível o conteúdo.

 

OS 5 SENTIDOS – JANELAS PARA A VIDA, MAS QUAL VIDA?

Neste artigo, não enfatizarei todos os processos particulares de cada sentido, mas sim englobarei de forma clara o necessário para compreendê-los e ao final uma forma de elevar os nossos padrões na prática.

 

O simples ato de tocar não é exatamente algo simples. É orgânico e natural, sim. Porém, o toque é um transmissor de emoções diversas. A música, o aroma, o que enxergamos e o alimento também funcionam assim. Tanto em relação simbólica/mental, quanto energética/elétrica e fortemente biológica.

 

Pare para pensar como as pessoas se tocam ou buscam representar fortes emoções: alegria, raiva, medo, tristeza, amor.

 

Além de termos receptores mecânicos e químicos que identificam os estímulos e os transmitem ao nosso cérebro como mensagem elétrica, também nos é transmitido o que aquela intenção nos traz em seu cerne. Qual a energia, o padrão elétrico, molecular ou de onda? – no caso do som. Isso tudo interfere na nossa forma física, jeito de pensar e ser.

 

Há um estudo feito no oriente com águas cristalizadas (congeladas) após serem expostas a emoções como raiva, amor, entre outras. O resultado comprovou que as emoções transformaram o estado físico da água. O resultado está abaixo.

 

Às expostas a boas emoções/vibrações se solidificaram ganhando formas igualmente bonitas, floridas e harmônicas.

 

Às que foram expostas a emoções/vibrações nocivas, ganharam formas caóticas, desorganizadas e visualmente feias.

 

Não sei se você sabe, mas o som, alimentos, aromas, toques e imagens carregam consigo padrões energéticos. Isso é física, química e ciência, apenas.

 

O que isso quer dizer para você: que a troca que acontece no toque, na música, no aroma produz emoções conscientes ou inconscientes e sempre resultam em vibrações. Essas vibrações que você está recebendo e se correlacionando irá transformar a sua biologia, seu estado físico, a sua estrutura energética. Ou seja, você se tornará um pouquinho a intenção e a mensagem de quem o toca, da música que ouve, da qualidade do que come, enxerga e sente o cheiro.

 

Na prática, é só imaginar o seguinte: um contexto estressante, cheio de pessoas negativas, que falam sobre coisas ruins, tragédias, etc. Que se tocam com agressividade, com sexualidade distorcida e interesseira. O pior de tudo é que à medida que isso se torna você, automaticamente se torna comum, natural e aceitável. Algo como uma realidade única, mesmo que seja horrível viver assim.

 

Esse exemplo pode ter sido identificado por você como algo extremo, conforme a sua relação com essa experiência. Mas funciona exatamente igual para as pequenas coisas do cotidiano que passam despercebidas: canais de tv, músicas, aromas, cumprimentos e por aí vai. Por serem “pequenas coisas” não resultam em grandes registros emocionais e nem chamam atenção, apenas absorvemos sem consciência.

 

De certa forma é uma defesa do nosso corpo, pois ele torna tolerável viver no ambiente em questão. Faz parte da nossa capacidade de adaptação. Por vezes, isso é positivo e necessário, outras como essa nem tanto.

 

Claro que nosso corpo-mente não é instantâneo, não é da noite para o dia que vamos nos transformar significativamente. Quanto maior o tempo de exposição aos estímulos, mais nos tornaremos o que eles transmitem. E isso não é consciente, você não percebe.

 

É quase a mesma coisa que reencontrar uma pessoa que você não vê há tempo, dizendo: nossa, que diferente você está.

Ela te responde com: nossa, para mim eu estou a mesma pessoa, nem mudei tanto assim.

 

Pouco percebemos as mudanças fisiológicas e corporais que acontecem conosco, imagina questões emocionais e subjetivas e vibratórias? Necessitamos de muitos métodos para mensurarmos isso e, muito provavelmente, quem se permite estar exposto ao que é nocivo a si, dificilmente saberá dos métodos para mensurar suas transformações subjetivas.

 

Por fim, para que haja não só saúde corporal mas mental, é necessário que antes de mais nada nos questionemos. Para isso, deixarei 10 perguntas poderosas abaixo.

 

Nada fará sentido se você não construir internamente as conexões e abertura necessária para que faça. Encontrando no seu contexto e na sua realidade as respostas.

 

Vivemos na era da informação e pouco estímulo ao pensamento crítico e questionamento. Muitas respostas e transformações poderiam ter sido geradas se você empreendesse essa consciência crítica.

 

Lembrando que o ato de perguntar, e perguntar a si próprio, é uma forte ferramenta que funciona como gatilho mental para considerarmos novos modelos de pensamento e possibilidades.

 

Recomendo fortemente que você não só leia essas perguntas, mas que as leve com você, para que haja uma transformação importante e reflexão contínua. É o que separa os “homens dos meninos e as mulheres das meninas”.

 

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A realidade é exatamente essa que eu estou enxergando?

O que mais pode melhorar que eu não estou percebendo?

Eu sou assim por quais influências?

Quem ensinou esses conceitos que tenho como valores hoje?

Qual a qualidade dos meus sentimentos durante o dia?

Qual a qualidade dos sentimentos das pessoas que me cercam?

O que transmitem as músicas que escuto?

Quais cheiros eu sinto durante o dia?

O que transmite os filmes e séries que assisto?

Quais emoções estão envolvidas nos meus pensamentos?

 

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Até o próximo artigo 🙂

Bruno Fontana.